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[16/06/05] Cultivar a leitura é importante para candidato a Técnico Judiciário
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Marina Constantino Max Pieri, Técnica Judiciária – Diretora da Secretaria da Segunda Vara de Execuções Fiscais da Justiça Federal em Curitiba/PR
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Cultivar a leitura é importante para
candidato
a Técnico Judiciário
Por Ari Moro Manter-se bem informado e cultivar o gosto pelas boas leituras. Essa é uma medida simples, ao alcance de qualquer pessoa e que, se adotada por um candidato a concurso público, poderá ajuda-lo muito na hora de realizar as provas. Mas, além disso, esse candidato deve ter muita determinação e disciplina nos estudos, sendo que, no caso de um concurso público com vistas ao ingresso na carreira de Técnico Judiciário da Justiça Federal, será de bom alvitre dar ênfase à leitura da legislação enfocada no edital, atentando-se sobretudo aos preceitos e regras constitucionais e administrativas.
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Essa “receita” quanto ao preparo de um candidato a concurso público, com vistas sobretudo àquele que está se preparando para realizar o próximo concurso de Técnico Judiciário da Justiça Federal em Curitiba, é dada pela Técnica Judiciária – Marina Constantino Max Pieri – formada em Direito pela Universidade Estadual de Londrina/PR em 1993, com especialização em Processo Penal pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná em 2000, participante de recente Congresso Internacional sobre Criminalidade Organizada, realizado em Amalfi/Itália e que agora ocupa a função de Diretora da Secretaria da Segunda Vara de Execuções Fiscais de Curitiba.
Ressalta Marina que, para ela, a carreira de Técnico Judiciário é muito gratificante, pois, entre outras coisas, proporciona contato direto com os jurisdicionados, junto aos quais executa a sua política de trabalho de bem servir. “Sinto-me extremamente gratificada em atuar como colaboradora da justiça – diz ela – ao constatar a satisfação dos jurisdicionados pelo atendimento a eles prestado. Considero essa uma boa carreira para quem pretende ingressar na Justiça Federal, com excelente oportunidade de galgar degraus na trajetória da ascensão profissional, o que dependerá certamente do comprometimento e do interesse do servidor pelo seu trabalho.”
RESPONSABILIDADES
Trata-se de carreira de grande responsabi-lidade e nessa questão Marina Constantino Max Pieri destaca sobretudo a responsabilidade que o Técnico judiciário deve ter para com os bens públicos que são colocados sob os seus cuidados.
Responsabilidade quanto ao cumprimento de horários e comprometimento com a causa que abraçou. O Técnico Judiciário deve manter espírito de equipe em seu trabalho, cultivar comportamento cordial e sensibilidade com as coisas que dizem respeito ao trato público e ser pessoa disciplinada. Nessa hora, Marina cita, como ponto de refe-rência, pensamento do filósofo francês Jean Paul Sartre, segundo o qual a felicidade não está em fazer o que se gosta mas, em gostar do que se faz.
Lembra ainda a Técnica Judiciária que um ponto extremamente positivo para quem quer ingressar no serviço público federal diz respeito à estrutura e o aparato tecnológico que este ofere-ce aos seus servidores, favorecendo o desenvolvimento de suas atribuições e o seu desenvolvimento pessoal. No caso do prédio onde funciona a Justiça Federal em Curitiba, Marina faz questão de dizer que ali as instalações são muito boas, existem vários serviços de apoio entre os quais uma biblioteca, um preparado Núcleo de Informática e um atuante Núcleo de Recursos Humanos.
Destaca que por parte da administração existe preocupação constante não só com a qua-lidade do trabalho, mas, com a qualidade de vida do servidor também.
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“Trata-se de trabalho volumoso – o que faz com que o servidor tenha
que saber bem administrar o seu tempo e sua atenção. Hoje, o servidor público tem que ser dinâmico e atuante e estar ciente de que faz
parte de uma engrenagem e de que, se falhar, comprometerá o
bom andamento de toda uma estrutura de prestação jurisdicional”.
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Entre as principais atribuições do Técnico Judiciário, Marina aponta as relativas ao atendimento do público, autuação de processos, expedição de ofícios, mandados, cartas precatórias e cartas de intimação. Esse servidor é responsável ainda pelas cargas de autos às partes e a seus procuradores.
“Trata-se de trabalho volumoso – o que faz com que o servidor tenha que saber bem administrar o seu tempo e sua atenção. Hoje, o servidor público tem que ser dinâmico e atuante e estar ciente de que faz parte de uma engrenagem e de que, se falhar, comprometerá o bom andamento de toda uma estrutura de prestação jurisdicional”.
INTERESSE EM APRENDER
Marina Constantino Max Pieri cumpriu rápida trajetória ascendente na sua carreira profissional graças ao seu interesse em sempre aprender mais dentro da sua profissão.
Em 1992, quando no quarto ano do curso de Direito, já fazia estágio e dava aulas em curso preparatório de candidatos a concursos públicos, em londrina/PR. Foi quando decidiu fazer concurso público de Atendente Judiciário, hoje Técnico Judiciário, da Justiça Federal, tendo sido aprovada na primeira tentativa, classificando-se em terceiro lugar. Destaque-se que, segundo ela, a concorrência de candidatos foi muito grande, pois, existiam apenas 3 vagas para Londrina.
Já formada em Direito, assumiu o cargo em 1993, na Segunda Vara da Justiça Federal naquela cidade, no setor de atendimento ao público. No entanto, desde o começo demonstrou inte-resse em aprender mais na carreira e, além do seu trabalho normal, teve acessos á elaboração de minutas de despacho. O resultado disso foi que, em breve galgou o primeiro degrau da ascensão profissional, passando a atuar, sem função, no gabinete do Juiz Federal. Após apenas 1 ano assumiu a função de Oficial de Gabinete, privativa de bacharel em Direito. Em 1998 foi removida a Curitiba, a fim de assumir a Direção da Secretaria da Primeira Vara Criminal.
Finalmente, em 2001, assumiu a direção da Secretaria da Segunda Vara de Execuções Fiscais de Curitiba- Seção Judiciária do Paraná.
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(entrevista publicada no Jornal Concuso & Carreira Edição nº57) |
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