“Ao contrário do que muitos candidatos a cargo público imaginam – diz José Penia – hoje o servidor público tem de estar comprometido com a função social dele no trabalho, ou seja, a sociedade exige cada vez mais qualidade e perfeição do serviço a ela prestado. Em função disso, o ocupante de um cargo público deve estar preparado para corresponder plenamente a essa expectativa do usuário do serviço”.
Honestidade – considera o Analista – é pré-requisito para o ingresso no serviço público, além do que a pessoa tem de gostar de servir, ser dedicada ao trabalho e promover o bem público.
A CARREIRA
Falando sobre a carreira de Analista Judiciário, José Penia explica que ela abrange, na área judiciária, o apoio direto à atividade fim do poder judiciário, como fornecimento de suporte técnico e administrativo para favorecer o exercício da função judicante pelos magistrados; ou, no caso do Oficial de Justiça, para execução dos mandados. Isto, tanto na área judiciária quanto de apoio especializado, que envolve as especialidades de Biblioteconomia, Informática, Serviço Social, Medicina e Enfermagem.
“Ao Analista Judiciário, na área judiciária de trabalho interno – acrescenta José Penia, citando o Edital do Concurso recentemente publicado – cabe prestar suporte técnico e administrativo, favorecendo o exercício da função judiciante pelos magistrados e/ou órgãos julgadores, o que compreende o processamento de feitos, a elaboração de pareceres, de certidões e relatórios estatísticos, pesquisa e análise de legislação, doutrina e jurisprudência. A sua tarefa envolve ainda a indexação de documentos e o atendimento às partes, dentre outras atividades de mesma natureza e grau de complexidade”.
Ressalte-se que, a carreira de Analista Judiciário conta com programação funcional e plano de cargos e salários. Seu ocupante tem ascensão profissional e salarial prevista em lei, mediante acompanhamento e avaliação do seu desempenho funcional.
CONCURSO
Fazendo uma comparação entre o concurso que realizou e os atuais concursos públicos de ingresso na carreira de Analista Judiciário da Justiça Federal, no tocante ao rigor das provas, à exigência sobre o nível de conhecimentos dos candidatos, José Penia observa que a situação é a mesma.
Mas, lembra que nos atuais concursos a concorrência de candidatos por vaga é bem superior à dos concursos anteriores e que, em função disso, o interessado deve estar muito bem preparado.
“Não basta – diz ele – o candidato começar a pegar nos livros às vésperas das provas. O estudo das matérias deve começar com bastante antecipação. No tocante às matérias exigidas, não podemos dizer que esta ou aquela é mais importante, mas, sim que todas elas são importantes. Portanto, o candidato tem de estar bem preparado em todas elas, para não ser surpreendido”.
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“Não basta o candidato começar a pegar nos livros às vésperas das provas. O estudo das matérias deve começar com bastante antecipação. No tocante às matérias exigidas, não podemos dizer que esta ou aquela é mais importante, mas, sim que todas elas são importantes. Portanto, o candidato tem de estar bem preparado em todas elas, para não ser surpreendido”.
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JOSÉ PENIA
Bacharel em Direito pela Universidade do Vale do Itajaí/SC, formado em Letras e especializado em Língua Portuguesa pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, José Penia está realizando agora curso de Especialização em Direito Processual Civil nesta mesma instituição. Ele acaba de participar do IV Congresso Brasileiro de Administração da Justiça, promovido pelo Conselho da Justiça Federal.
Foi em 1993 que José Penia fez, na cidade de Blumenau/SC, concurso público de Auxiliar Judiciário, hoje Técnico Judiciário, promovido pela Justiça Federal, tendo sido aprovado e classificado em segundo lugar. No mesmo ano, por ocasião da instalação da Subseção Judiciária de Blumenau, quando ainda cursava Direito, assumiu o cargo.
Em agosto de 1994, já formado em Direito, fez outro concurso da Justiça Federal, desta vez para Analista Judiciário, na cidade de Florianópolis/SC, tendo sido aprovado e classificado em terceiro lugar, assumindo o cargo em 1995 na função de Oficial de Gabinete da Quinta Vara Federal.
Em 1996 foi removido à cidade de Joinville/SC, onde assumiu a Direção da Secretaria da Terceira Vara daquela Subseção Judiciária da Justiça Federal. Em janeiro de 1998 foi removido, a pedido, para Curitiba, passando por várias funções para assumir, em 2002, a Direção da Secretaria da Oitava Vara daquele órgão.
Recentemente obteve o primeiro lugar no Paraná no concurso “Minha História de Vida”, promovido pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que selecionou histórias de vida que revelassem luta, esforço, dedicação, sacrifício pessoal que tenham contribuído para o ingresso na Justiça Federal e o sucesso profissional.