CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS - ÁREA 2 – TÉCNICO DO BACEN
PROVA VERDE – GABARITO 01
41 Um funcionário que atua na área de atendimento ao público
observou a presença de vítima de mal súbito, devendo
oferecer a essa vítima os primeiros socorros, até a chegada
do socorro especializado. Considere os procedimentos
que ele poderá adotar:
I - avaliar os riscos vigentes e iminentes;
II - proteger-se contra possíveis contaminações;
III - convocar a autoridade policial;
IV - remover a vítima para local protegido;
V - providenciar o socorro especializado.
Estão corretos APENAS os procedimentos
(A) I e III.
(B) I e IV.
(C) I, II e V.
(D) II, III e IV.
(E) II, III e V.
COMENTÁRIO- TRATA DA ABORDAGEM EM PRIMEIROS SOCORROS:
Significado de “PRIMEIROS SOCORROS”
São os primeiros procedimentos de emergência que visam manter as funções vitais e evitar o agravamento de uma pessoa às vítimas de acidente, ferida, inconsciente ou em perigo de vida, até que ela receba assistência qualificada.
O QUE NÃO DEVO FAZER
· Abandonar a vítima de acidente;
· Omitir socorro sob pretexto de não testemunhar;
· Tentar remover a vítima presa nas ferragens, sem estar preparado;
· Tumultuar o local do acidente;
· Deixar de colaborar com as autoridades competentes.
O QUE POSSO FAZER
· Cuide da sua segurança;
· Tome medidas de proteção;
· Análise global da (s) vitima (s) de acidente;
· Acionamento de Recurso Especializado.
COMO AGIR
· Mantenha a calma;
· Afaste os curiosos;
· Quando aproximar-se, tenha certeza de que está protegido de um novo acidente;
· Faça uma barreira com os objetos que possuir, protegendo você e a vítima de um novo trauma;
· Chame uma ambulância;
GABARITO-C
42 Um cliente, após longo tempo de espera na fila de aten-
dimento bancário, vem a desmaiar, em virtude da prolongada
permanência em pé, do estresse emocional ou do cansaço
extremo. Dentre os sinais que indicam a ocorrência do
desmaio citam-se
(A) coloração avermelhada da pele e alta pressão arterial.
(B) estado de inconsciência e taquicardia intensa.
(C) estado de inconsciência e baixa pressão arterial.
(D) extremidades do corpo frias e alta pressão arterial.
(E) taquicardia elevada e presença de suor intenso.
COMENTÁRIO: Sintomas de Desmaio ou Síncope
Caracteriza-se por qualquer tipo de perda de consciência de curta duração que não necessite manobras específicas para a recuperação. O termo lipotimia tem sido utilizado para designar episódio de perda incompleta de consciência.
A causa fundamental da síncope é a diminuição da atividade cerebral, podendo ser classificada em :
1. Síncope Vasogênica
Mais freqüente, acontece devido à queda súbita da PA, por causa emocional, dor
súbita, esforço físico, ambiente lotado, cena de sangue, calor excessivo, etc.
● O episódio sincopal surge geralmente quando a vítima está em pé.
● O paciente pode apresentar-se pálido, frio, com respiração suspirosa; após
alguns minutos, ocorre tontura, visão embaraçada e súbita perda de consciência.
2. Síncope Metabólica
Quando a causa é por alteração metabólica, como diabete ou hipoglicemia.
3. Síncope Neurogência
Agressão direta ao encéfalo, como em trauma, intoxicações exógenas, hipertensão
intracraniana, etc.
Atendimento de Emergência no Pré-hospitalar
● Mantê-lo deitado, preferencialmente com a cabeça abaixo do corpo; se estiver
deitado, elevar-lhe os membros inferiores mais ou menos 20 cm; mantê-lo deitado
por alguns minutos após recuperar-se.
● Se estiver em local mal ventilado ou ambientes lotados, providenciar a remoção
para outro mais apropriado.
● Liberar vestimentas apertadas;
● Não dar nada para o paciente comer ou beber.
● Informar-se sobre a história da vítima (doenças, medicamentos utilizados,
etc.), reportá-la ao médico e aguardar instruções.
GABARITO-C
43 Os extintores de Dióxido de Carbono (CO2) são compos-
tos por gases inertes, de baixa temperatura, ao passo que
os extintores de Água Pressão (AP) são compostos por
determinada quantidade de H2 O, pressurizada no cilindro.
Ambos podem ser utilizados no combate a pequenos
focos de incêndios classe A, como vasilhames contendo
lixo descartável (papéis). Assim utilizados, o foco de incêndio
estará sendo combatido por
(A) abafamento e resfriamento.
(B) abafamento e confinamento.
(C) resfriamento e isolamento.
(D) isolamento e abafamento.
(E) isolamento e resfriamento.
COMENTÁRIO- PREVENÇÃO DE INCÊNDIOS
Uso de gás carbônico
O gás carbônico é eficaz como agente de extinção, em primeiro lugar, porque reduz o conteúdo do oxigênio no ar a um ponto em que este deixa de apoiar a combustão (abafamento)
Uso de àgua
A água é o agente de uso mais comum e tem sido utilizada há séculos, por causa de suas propriedades de resfriamento.
A extinção só pode ocorrer quando o agente extintor atinge o ponto onde existe a combustão. O método convencional de extinção é aplicar, na base do fogo, jato pleno, mediante linhas de mangueiras, ou com extintores do tipo de carga de água. A taxa de absorção do calor é mais alta quanto maior o fracionamento da água aplicada. Em determinado volume de água, a sua superfície livre é muito maior em forma de neblina.
GABARITO-A
44 Estabelece o Art. 61 da Portaria 387/2006 que “os estabe-
lecimentos financeiros que realizarem guarda de valores
ou movimentação de numerário deverão possuir serviço
orgânico de segurança, autorizado a executar vigilância
patrimonial ou transporte de valores, ou contratar empresa
especializada, devendo, em qualquer caso, possuir plano
de segurança devidamente aprovado pelo DREX”.
Esse plano de segurança deverá discriminar
(A) as características do anteparo blindado para perma-
nência do vigilante, quando necessário, durante o
expediente para o público, ou enquanto houver movi-
mentação de numerário no interior do estabelecimento.
(B) a quantidade e a disposição dos vigilantes, adequadas
às peculiaridades do estabelecimento, à sua localiza-
ção, à área, às instalações e ao encaixe.
(C) os equipamentos usados para captar e gravar as
imagens de toda a movimentação de público no
interior do estabelecimento, as quais deverão
permanecer armazenadas em meio eletrônico, por
um período mínimo de 90 (noventa) dias.
(D) os tipos de armamento e munições empregados e os
procedimentos adequados a cada tipo de ação.
(E) o sistema de comunicação, fixo e móvel, que permita,
com rapidez e segurança, o contato entre os vigilantes
na agência protegida.
COMENTARIO- A REFERIDA QUESTÃO FAZ MENÇÃO A PORTARIA 387/06 EM SEU ART 61 E QUESTIONA A DISCRIMINAÇÃO DO PLANO DE SEGURANÇA, CONFORME ART. 62. A UTILIZAÇÃO DA SIGLA DREX (DIRETORIA EXECUTIVA DO DPF) PODERIA CAUSAR DÚVIDA NO CANDIDATO.
Art. 62. O plano de segurança deverá descrever todos os elementos do sistema de segurança, que
abrangerá toda a área do estabelecimento, constando:
I - a quantidade e a disposição dos vigilantes, adequadas às peculiaridades do estabelecimento, sua
localização, área, instalações e encaixe;
II - alarme capaz de permitir, com rapidez e segurança, comunicação com outro estabelecimento,
bancário ou não, da mesma instituição financeira, empresa de segurança ou órgão policial;
III - equipamentos hábeis a captar e gravar, de forma imperceptível, as imagens de toda movimentação de público no interior do estabelecimento, as quais deverão permanecer armazenadas em meio eletrônico por um período mínimo de 30 (trinta) dias;
IV - artefatos que retardem a ação dos criminosos, permitindo sua perseguição, identificação ou captura;
V - anteparo blindado com permanência ininterrupta de vigilante durante o expediente para o público e enquanto houver movimentação de numerário no interior do estabelecimento.
§ 1º Os elementos previstos nos incisos I e II são obrigatórios, devendo, contudo, integrar o plano pelo menos mais 01 (um) dentre os previstos nos incisos III a V.
§ 2º Os elementos de segurança previstos nos incisos III a V serão utilizados observando-se os projetos de construção, instalação e manutenção, sob a responsabilidade de empresas idôneas, observadas as especificações técnicas asseguradoras de sua eficiência, bem como as normas específicas referentes à acessibilidade de pessoas idosas e portadoras de deficiência.
§ 3º As instalações físicas da instituição financeira integram o plano de segurança, devendo ser
adequadas e suficientes para garantir a segurança da atividade bancária.
§ 4º O plano de segurança tem caráter sigiloso, devendo ser elaborado pelo próprio estabelecimento
financeiro ou pela empresa especializada por ele contratada para fazer a sua vigilância patrimonial.
§ 5º O alarme previsto no inciso II, quando não conectado diretamente a um órgão policial ou a outro
estabelecimento da própria instituição, deverá estar conectado diretamente a uma empresa de segurança autorizada, responsável pelo seu monitoramento.
GABARITO- B
45 De acordo com o Art. 144 da Constituição Federal, a
segurança pública é uma obrigação do Estado, porém
direito e responsabilidade de todos. Ela deve ser exercida
para a preservação da ordem pública, da incolumidade das
pessoas e do patrimônio. Dentre os diversos organismos
de segurança pública, são responsáveis pela apuração das
infrações penais de interesse da União e dos entes
federados, respectivamente,
(A) Agência Brasileira de Inteligência e Polícias Civis.
(B) Polícias Civis e Polícias Militares.
(C) Polícias Civis e Força Nacional de Segurança.
(D) Departamento de Policia Federal e Agência Brasileira
de Inteligência.
(E) Departamento de Polícia Federal e Polícias Civis.
COMENTÁRIO- QUESTÃO FÁCIL, CONHECIMENTO DO ART. 144 DA CF
§ 1º A polícia federal, instituída por lei como órgão permanente, organizado e mantido pela União e estruturado em carreira, destina-se a:
I - apurar infrações penais contra a ordem política e social ou em detrimento de bens, serviços e interesses da União ou de suas entidades autárquicas e empresas públicas, assim como outras infrações cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional e exija repressão uniforme, segundo se dispuser em lei;
§ 4º - às polícias civis, dirigidas por delegados de polícia de carreira, incumbem, ressalvada a competência da União, as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, exceto as militares.
GABARITO-E
46 QUESTÃO DE DIREITO CONSTITUCIONAL
47Um vigilante bancário, contratado por empresa terceirizada,
é desviado de suas funções pelo próprio cliente, que o
incumbe de tarefas diversas das estabelecidas no plano
de segurança. Nesse caso, de acordo com a legislação
pertinente,
(A) a empresa de segurança deverá ser citada na ação de
responsabilidade civil, se esse procedimento for
previsto no contrato de prestação de serviços, no caso
em questão.
(B) a empresa de segurança será responsável pelo
pagamento de ações indenizatórias, se acionada e
comprovado o ilícito.
(C) o vigilante assumirá as responsabilidades penal e civil
pelas ações que possam ser geradas pelo desvio de
função.
(D) o vigilante responderá penalmente, e o contratante do
serviço será o responsável pelo pagamento de indenizações decorrentes.
(E) o contratante da empresa de segurança deverá
identificar e acionar a pessoa responsável pelo desvio
de função do vigilante.
COMENTÁRIO- QUESTÃO SUBJETIVA, POIS NA HIPÓTESE DE SUBORDINAÇÃO, GERA O VÍNCULO TRABALHISTA COM O CONTRATANTE E O VIGILANTE PODERÁ RESPONDER POR CRIME, POIS TEM COMO ATRIBUIÇÃO A GARANTIA DA SEGURANÇA DE TERCEIROS.
PORTARIA 287/06:
Art. 119. As empresas de segurança privada deverão: (Texto alterado pela Portaria nº358/2009-DG/DPF)
I - comunicar imediatamente à DELESP ou CV de sua circunscrição a ocorrência de ilícitos penais com oenvolvimento de seus vigilantes, quando no exercício de suas atividades, e colaborar nas investigações; (Texto alterado pela Portaria nº358/2009-DG/DPF)
II - apurar o fato em procedimento interno, juntando cópias do boletim de ocorrência e de outros
documentos esclarecedores do fato, e encaminhar o procedimento apuratório à CGCSP, através da
DELESP ou CV, para conhecimento e difusão às empresas de segurança privada em nível nacional.
(Texto alterado pela Portaria nº358/2009-DG/DPF)
GABARITO-D
48 O contrato de prestação de serviços relativos à mão de
obra, com repasse de responsabilidade a terceiros, é
regulado pelo Código Civil Brasileiro e não pela Consolida-
ção das Leis do Trabalho (CLT), tendo como embasamento
legal o Enunciado no 331, do Tribunal Superior do Trabalho.
A esse respeito, considere as DESVANTAGENS para as
empresas, apresentadas a seguir.
I - A empresa contratante responde pelos créditos
trabalhistas, no caso de inadimplência da prestadora
de serviços.
II - A empresa terceirizada pode tornar-se concorrente
da contratante, expandindo seus negócios numa
atividade em que agora tem conhecimento.
III - O custo de controle dos serviços terceirizados
torna-se, progressivamente, maior.
IV - Há maior risco de perder bons funcionários, por
causa da rotatividade da mão de obra dessas
empresas terceirizadas.
V - A empresa terceirizada pode atuar em apoio a
outras empresas concorrentes da contratante.
Estão corretas APENAS as desvantagens
(A) I, II e IV. (B) I, II e V.
(C) I, III e IV. (D) II, III e V.
(E) III, IV e V.
COMENTÁRIO- QUESTÃO SUBJETIVA, MAS DE FÁCIL INTERPRETAÇÃO, LEMBRE-SE TERCEIRIZAÇÃO SOMENTE PARA ATIVIDADE MEIO, O QUE EXCLUI AS ASSERTIVAS II E V.
A CLT, no art. 581, § 2º dispõe que se entende por atividade-fim a que caracterizar a unidade do produto, operação ou objetivo final, para cuja obtenção todas as demais atividades convirjam, exclusivamente em regime de conexão funcional.
É ilegal a terceirização ligada diretamente ao produto final, ou seja, a atividade-fim. Isolando a atividade-fim, todas as demais podem ser legalmente terceirizadas.
A atividade-fim é a constante no contrato social da empresa, pela qual foi organizada. As demais funções que nada têm em comum com a atividade-fim são caracterizadas como acessórias, ou de suporte à atividade principal, as quais podem ser terceirizadas.
Conforme decisões do TST - Tribunal Superior do Trabalho, existindo a terceirização ilícita ou ilegal é configurado o vínculo trabalhista, sendo a Tomadora responsável solidária, sendo que é a Justiça do Trabalho que determina o vínculo empregatício.
GABARITO- C
51 Pode-se definir uma crise como sendo
“um problema muitíssimo grave, capaz de afetar, profun-
damente, o funcionamento de determinadas estruturas e
modificar o comportamento das pessoas envolvidas”.
ARAÚJO, J.H. Livro Básico do Vigilante. Rio de Janeiro:
Ao Lidador, 2002, p. 164.
As agências bancárias têm sido alvo de ações de crimino-
sos que, de forma violenta, têm gerado situações de crise,
sendo as mais comuns os sequestros de funcionários e os
assaltos com reféns no interior de agências.
Em relação a esses exemplos de crise, analise os fatores
abaixo.
I - Ocorre quando não há preparação para seu
enfrentamento.
II - A sua resolução está comprimida no tempo.
III - Causa ameaça à vida.
IV - Ocorre de forma imprevisível.
Estão corretos APENAS os fatores
(A) I e II.
(B) I e IV.
(C) I, II e III.
(D) II, III e IV.
(E) III e IV.
COMENTÁRIO- OUTRA QUESTÃO SUBJETIVA, AINDA QUE HAJA DOUTRINA ACERCA DO ASSUNTO, DE ONDE PARECE TER SIDO EXTRAÍDA A QUESTÃO.
Segundo,a doutrina norte-americana formulada pela Academia Nacional do FBI (EUA), são três as características principais sobre um evento crucial:
AMEAÇA À VIDA – Configura-se como um componente essencial do evento crítico, mesmo quando a vida em risco é a do próprio indivíduo causador da crise. Assim, por exemplo, se alguém ameaça se jogar do alto de um prédio, buscando suicidar-se, essa situação é caracterizada como uma crise, ainda que inexistam outras vidas em perigo.
IMPREVISIBILIDADE – A crise é não-seletiva e inesperada, isto é, qualquer pessoa ou instituição pode ser atingida a qualquer instante, em qualquer local, a qualquer hora. Sabemos que ela vai acontecer, mas não podemos prever quando. Sendo assim, as instituições policiais não podem se valer da possibilidade de se preparar tão somente quando o evento crítico acontecer, devemos estar preparados para enfrentar qualquer crise.
COMPRESSÃO DE TEMPO (urgência) – Os processos decisórios que envolvem discussões para adoção de posturas no ambiente operacional devem ser realizados, em um curto espaço de tempo. Os eventos cruciais de alta complexidade impõem às autoridades policiais responsáveis pelo seu gerenciamento: urgência, agilidade e rapidez nas decisões.
GABARITO-D
52 O alarme é um equipamento de segurança eletrônica,
exigido por lei como ação preventiva e ostensiva contra
assaltos, sequestros e arrombamentos, entre outros.
O sistema de alarme pode ser disparado por meio de
acionadores de pânico silenciosos, fixos ou remotos,
senhas de pânico ou sensores de presença. Os acionado-
res desses alarmes podem ser instalados em ambientes
estrategicamente definidos e são do tipo
(A) sísmico – dispositivo instalado em portas e janelas, com-
posto por duas partes de metal, que capta as vibra-
ções decorrentes de ataques a estruturas metálicas.
(B) ativo – composto por módulo emissor e módulo
receptor de luz ultravioleta, que dispara quando há
corte de luz.
(C) passivo – em que a detecção se dá por calor e
movimento, combinando raio infravermelho com
micro-ondas.
(D) magnético – detecção digital de alta sensibilidde, que
capta frequências típicas de ruídos e vibrações
ambientais.
(E) lux – dispositivo que capta a presença de luzes na área
do acionador, ativando o alarme.
COMENTÁRIO-
SENSOR SÍSMICO: analisa e processa freqüências de sinal, duração e amplitude para diferenciar entre perturbações ambientais fortuitas e reais ataques de intruso. É capaz de detectar todos os métodos de ataque enquanto ignora distúrbios ambientais normais.
SENSOR ATIVO: Os sensores ativos são dispositivos compostos por um emissor e um receptor. O emissor envia um feixe de luz infra-vermelha para o receptor que recebe essa luz. Quando qualquer objeto ou pessoa cortar esse feixe, o receptor deixa de receber o sinal de luz infra-vermelha do emissor disparando o alarme.
Sensor Infravermelho Passivo: é composto de um detector de luz infravermelha, uma lente e um circuito eletrônico. É chamado passivo porque não emite, mas apenas detecta movimentação de luz infravermelha na sua área de atuação. Quando alguém com corpo quente, que emite luz infravermelha, se movimenta em frente ao sensor o mesmo detecta variações nos pontos pré-fixados fazendo com que o PIR receba vários pulsos da variação de luz infravermelha que interpretados pelo circuito, são detectados como sendo um movimento.
Sensor Magnético ou reed switch é um sensor utilizado para detectar abertura de portas e janelas. É composto por duas partes, uma pequena caixa plástica que possui no seu interior um êmbolo de vidro onde existem duas lâminas metálicas, milimetricamente afastadas que quando sofrem ação de um campo magnético se fecham, permitindo a circulação de corrente.
LUX não tem definição
GABARITO- C
53 O Decreto no 4.553, de 27/12/2002, que trata da salvaguarda
de assuntos e documentos de interesse do Estado e da
sociedade, determina que “toda e qualquer pessoa
que tome conhecimento de assunto sigiloso fica, automa-
ticamente, responsável pela manutenção de seu sigilo”.
Entre as regras básicas que devem ser observadas
por todos aqueles que lidam com assuntos sigilosos,
NÃO se inclui a de
(A) falar pouco evitando comentar assuntos de serviço com
pessoas estranhas ao seu setor de trabalho.
(B) comentar assuntos de serviço somente com as pessoas
nas quais tenha plena confiança.
(C) ser discreto, não perdendo a atenção do que se passa
à sua volta e não chamando a atenção para si.
(D) ouvir com atenção para poder interpretar as intenções
das pessoas que o abordam.
(E) responder somente àquelas perguntas que não
comprometam o serviço ou a segurança.
COMENTÁRIO- QUESTÃO EXPLOROU CONCEITO DE INTELIGÊNCIA ESTATAL, DEFINIDO EM NORMA LEGAL QUE Dispõe sobre a salvaguarda de dados, informações, documentos e materiais sigilosos de interesse da segurança da sociedade e do Estado, no âmbito da Administração Pública Federal,, MESMO ASSIM DE FÁCIL INTERPRETAÇÃO.
GABARITO-C
55 Diante das mudanças climáticas que o planeta vem
sofrendo e de suas consequências futuras, o homem
começa a se conscientizar da importância da preservação
ambiental para a sobrevivência da espécie humana.
A legislação ambiental, apesar de severa, só será eficaz
se o próprio homem tomar consciência da participação
individual nesse esforço de preservação. São medidas
de preservação e respeito ao meio ambiente:
I - respeitar e preservar todas as formas de vida;
II - usar racional e responsavelmente todos os recursos
naturais como a água e o ar;
III - somente efetuar a queima de lixo, se nele não
houver a presença de materiais plásticos, borrachas
ou pneus;
IV - nunca jogar óleos combustíveis nos esgotos,
apenas óleo de cozinha, pois este não contamina o
lençol freático;
V - não jogar lixo nas ruas, pois os bueiros ficam entupi-
dos, alagando as vias públicas em época de chuvas.
Estão corretas APENAS as medidas
(A) I, II e III. (B) I, II e V.
(C) I, IV e V. (D) II, III e IV.
(E) III, IV e V.
COMENTÁRIO- QUESTÃO SOBRE MEIO-AMBIENTE DE FÁCIL INTERPRETAÇÃO.
GABARITO-B
56 Incêndio é a queima de materiais inflamáveis que, fora
de controle, pode causar prejuízos materiais e perdas
humanas. Ao se deparar com um incêndio classe C em
sua instalação, o vigilante deverá, de imediato, adotar três
dos seguintes procedimentos:
I - desligar a energia elétrica do setor afetado;
II - dar início ao combate ao foco de incêndio, até a
chegada dos bombeiros;
III - informar o fato ao chefe da segurança e aguardar a
solução do problema;
IV - isolar a instalação, evitando a presença de curiosos
e saqueadores;
V - manter a calma, já que o pânico leva a ações
incontroláveis.
Os procedimentos a serem adotados e a sequência em
que devem ocorrer são:
(A) III, IV e V (B) IV, V e I
(C) IV, I e II (D) V, IV e III
(E) V, I e II
COMENTÁRIO- QUESTÃO SUBJETIVA, PORÉM COM GABARITO MAIS APROPRIADO PARA A SEQUÊNCIA.
GABARITO- E
57 Uma contingência é algo que pode, ou não, vir a acontecer,
mas cuja ocorrência acarretará grandes transtornos para
a continuidade dos negócios da instituição. É preciso
que haja um rápido e eficiente conjunto de ações que
possibilite minimizar, ao máximo, os prejuízos materiais,
humanos e financeiros à instituição. O grupo de executivos
e técnicos que tem por missão avaliar e gerenciar os
efeitos causados pelo fato adverso constitui o
(A) Comitê de Segurança.
(B) Comitê de Crise.
(C) Comitê de Gerenciamento de Crise.
(D) Grupo de Gerenciamento de Crise.
(E) Grupo de Administração de Crise.
COMENTÁRIO- QUESTÃO COM DUAS RESPOSTAS CORRETAS, POIS DEPENDENDO DA BIBLIOGRAFIA, COMITÊ DE CRISE, COMITÊ DE GERENCIAMENTO DE CRISE OU COMISSÃO DE GERENCIAMENTO DE CRISE TEM O MESMO SIGNIFICADO: composto por dirigentes, funcionários e pessoal do setor de Segurança. Esse comitê tem por função analisar todos os aspectos de uma eventual crise e tomar as providências no sentido de debelá-la e recuperar as atividades normais da empresa.
Deve trabalhar no sentido de realizar as seguintes tarefas, da forma mais rápida possível.
GABARITO- B ou C.
58 Um Plano de Contingências deve ser organizado a partir
de um estudo de situação. Uma vez determinado onde se
encontram as vulnerabilidades e analisado o histórico de
incidentes de segurança, começa-se a avaliar as medidas
preventivas existentes. Para viabilizar a aplicação do
plano, são adotadas medidas preventivas agrupadas em
categorias, dentre as quais a de
(A) equipamentos (físicos e técnicos).
(B) informe final.
(C) avaliação dos riscos.
(D) riscos citados.
(E) riscos naturais.
COMENTÁRIOS- NO PLANO DE CONTINGÊNCIAS AS MEDIDAS PREVENTIVAS RECAEM SOBRE OS RECURSOS MATERIAIS (DENTRE OS QUAIS INCLUEM-SE OS EQUIPAMENTOS) E HUMANOS, VISANDO DIMINUIR O IMPACTO SOBRE OS MESMOS.
GABARITO-A
61 O emprego de equipamentos eletrônicos, no controle de
acesso às agências bancárias, tornou-se uma necessidade,
tendo em vista inibir o acesso de pessoas armadas ao
interior das agências e dificultar as ações criminosas
contra essas instituições. Dentre os diversos equipamen-
tos empregados, NÃO se encontra(m)
(A) escudo blindado.
(B) eclusa.
(C) portal.
(D) porta giratória.
(E) câmeras de monitoramento.
COMENTÁRIOS- O ÚNICO QUE NÃO É ELETRÔNICO ESTÁ NA ALTERNATIVA “A”, POIS TRATA-SE DE PROTEÇÃO FÍSICA. ECLUSA É O EQUIPAMENTO COM DUAS PORTAS SUCESSIVAS PARA DETECÇÃO DE METAIS.
GABARITO-A
62 O objetivo da Inteligência Competitiva é avaliar, em nível
de mercado, que procedimentos devem ser adotados
quando se realiza a coleta de dados sobre os concorrentes
de determinada empresa e como devem ser utilizadas
as informações que resultam da análise desses dados.
O dado bruto sobre um concorrente, obtido pelo setor de
marketing de determinada instituição, não analisado, e do
qual ainda não se tem uma avaliação de veracidade, é a(o)
(A) avaliação primária.
(B) análise primária.
(C) informe.
(D) diagnose.
(E) boato.
COMENTÁRIO- De forma simples, considera-se dado um valor sem significado, que quando transformado, gera o conhecimento. A informação é um dado com significado. Características da boa informação: pertinência disponibilidade no tempo adequado e precisão.
GABARITO- C
64 Muitas emergências podem ter seu efeitos reduzidos, e
até evitados, se as empresas pensarem, previamente, na
possibilidade de sua ocorrência e tiverem tomado as
providências, quando de sua concretização.
De acordo com a International Business Consultants, INC,
os riscos devem ser classificados sob o ponto de vista da
possibilidade de ocorrência e da severidade dos danos.
Esses riscos, classificados em três categorias, são
(A) provocados por imperícia, por desatenção e por falha
de equipamento.
(B) provocados por desastres naturais, por atos humanos
e por desatenção.
(C) falhas no equipamento, desastres naturais e provoca-
dos por imperícia.
(D) desastres radioativos, naturais e tecnológicos.
(E) desastres naturais, tecnológicos e provocados por atos
humanos.
COMENTÁRIO-Ameaças antrópicas: Os problemas causados pelo ser humano se derivam dos processos tecnológicos, da interação humana com o meio ambiente, ou das relações comunitárias..
Ameaças naturais: se devem principalmente a condições ou processos biológicos, geológicos, sísmicos, hidrológicos ou meteorológicos.
Ameaças sócio-naturais: O homem ou a sociedade contribui à ocorrência ou ao incremento da intensidade de fenômenos que no passado eram exclusivamente naturais.
GABARITO-E
65 As organizações estão sujeitas a inúmeras ocorrências
que variam de acordo com o tipo de negócio realizado e
com as fragilidades encontradas no local em que estão
situadas. Num Plano de Contingências, a estratégia que
tem por objetivo principal identificar condições, situações
ou pessoas que possam ser causadoras de ameaças,
de modo a criar fatores que tenham também a possibili-
dade de inibir possíveis ocorrências, é a
(A) pesquisa estratégica.
(B) avaliação estratégica.
(C) correção.
(D) prevenção.
(E) recuperação.
COMENTÁRIO- A Prevenção busca evitar o risco, enquanto a mitigação limita o risco.
GABARITO-D
66 Durante o procedimento de carregamento do caixa eletrô-
nico de uma instituição bancária, situado em um posto de
gasolina, os quatro vigilantes encarregados da proteção
do numerário que se encontra no carro-forte são atacados
por meliantes fortemente armados, que disparam em sua
direção. Os vigilantes reagem e ocorre intensa troca de
tiros. Na oportunidade, o cidadão X, que passava pelo lo-
cal, recebe um disparo fatal. Dias depois, no curso do in-
quérito policial para investigar a sua morte, o exame peri-
cial é divulgado, indicando que o disparo partiu de um
revólver calibre 22. Considerando essas informações e com
base na Lei no 7.102/1983, conclui-se que
(A) os proprietários do posto de gasolina desrespeitaram
norma de segurança aplicável ao carregamento de di-
nheiro em caixas eletrônicos.
(B) os vigilantes desrespeitaram norma de segurança na
reação ao ataque ao carro-forte.
(C) o disparo que atingiu X partiu da arma de um dos
meliantes.
(D) o número de vigilantes empregados na proteção ao
numerário era inadequado.
(E) X se aproximou de forma inadequada e imprudente do
carro-forte.
COMENTÁRIO- LEI 7.102/83 - Art. 22 - Será permitido ao vigilante, quando em serviço, portar revólver calibre 32 ou 38 e utilizar cassetete de madeira ou de borracha.
Parágrafo único - Os vigilantes, quando empenhados em transporte de valores, poderão também utilizar espingarda de uso permitido, de calibre 12, 16 ou 20, de fabricação nacional.
PORTARIA 387/06 DPF - § 2º As empresas de transporte de valores e as que exercerem a atividade de escolta armada poderão dotar seus vigilantes de carabina de repetição calibre 38, espingardas de uso permitido nos calibres 12, 16 ou 20, e pistolas semi-automáticas calibre .380 "Short" e 7,65 mm, além dos instrumentos previstos no § 1º deste artigo.
GABARITO-C
67 Os meliantes X, Y e Z planejam um assalto contra determi-
nado estabelecimento. Ao relatar para os comparsas quais
os mecanismos que compõem o sistema do referido esta-
belecimento, Z indica ter observado apenas: (1) alarme com
comunicação imediata com a delegacia policial das redon-
dezas, (2) presença de oito vigilantes armados no local,
(3) porta de travamento de segurança, com detector de
metais e (4) mecanismo de segurança com feixes de laser
acionados enquanto o estabelecimento se encontra fecha-
do. Com tais informações, conclui-se que, de acordo com
a Lei no 7.102/1983, o estabelecimento em questão NÃO é
um estabelecimento financeiro onde há guarda de valores
em virtude da
(A) ausência de sistema de telefonia especial, artefatos que
retardem a ação de criminosos e locais especiais de
proteção ao cliente em caso de ações violentas.
(B) ausência de equipamentos que possibilitem a identifi-
cação dos criminosos, artefatos que retardem a ação
dos criminosos ou cabina blindada com permanência
ininterrupta de vigilante.
(C) presença de detector de metais na porta de travamento
de segurança.
(D) presença de mecanismo de segurança com feixes de
laser.
(E) presença de oito e não dez vigilantes armados no
local.
COMENTÁRIO- LEI 7.102/83 - Art. 2º - O sistema de segurança referido no artigo anterior inclui pessoas adequadamente preparadas, assim chamadas vigilantes; alarme capaz de permitir, com segurança, comunicação entre o estabelecimento financeiro e outro da mesma instituição, empresa de vigilância ou órgão policial mais próximo; e, pelo menos, mais um dos seguintes dispositivos:
I - equipamentos elétricos, eletrônicos e de filmagens que possibilitem a identificação dos assaltantes;
II - artefatos que retardem a ação dos criminosos, permitindo sua perseguição, identificação ou captura; e
III - cabina blindada com permanência ininterrupta de vigilante durante o expediente para o público e enquanto houver movimentação de numerário no interior do estabelecimento.
GABARITO-B
68 Observe as informações a seguir sobre diferentes pessoas.
W: espanhol de nascimento, brasileiro naturalizado, portei-
ro, sexo masculino, 35 anos, portador de certificado de
dispensa do serviço militar, segundo grau completo.
X: brasileiro nato, pedreiro, sexo masculino, 24 anos; dei-
xou de votar nas últimas eleições, mas justificou sua
ausência; estudou até a sétima série do primeiro grau.
Y: brasileira nata, secretária, sexo feminino, 21 anos; sem
antecedentes criminais; estudou até a oitava série do
primeiro grau.
Z: brasileiro nato, motorista, sexo masculino, 31 anos; sem
antecedentes criminais registrados, mas tendo sido in-
vestigado em uma ocorrência policial; estudou até a
quinta série do primeiro grau.
Analisando as informações acima, conclui-se, com base
na Lei no 7.102/1983, que têm os requisitos necessários
para serem vigilantes:
(A) W e Y, somente.
(B) W, Y e Z, somente.
(C) W, X, Y e Z.
(D) X e Y, somente.
(E) X e Z, somente.
COMENTÁRIO- Art. 16 - Para o exercício da profissão, o vigilante preencherá os seguintes requisitos:
I - ser brasileiro;
II - ter idade mínima de 21 (vinte e um) anos;
III - ter instrução correspondente à quarta série do primeiro grau;
IV - ter sido aprovado, em curso de formação de vigilante, realizado em estabelecimento com funcionamento autorizado nos termos desta lei.
V - ter sido aprovado em exame de saúde física, mental e psicotécnico;
VI - não ter antecedentes criminais registrados; e
VII - estar quite com as obrigações eleitorais e militares.
GABARITO-C
69 X e Y prestam determinado serviço profissional no seu lo-
cal de trabalho. Por desatenção, X dispara acidentalmente
sua arma, atingindo Y. X é preso e encaminhado à delega-
cia próxima ao local, onde devolve ao representante da
empresa que o empregava o uniforme e a arma que usa-
va, sendo encaminhado a uma sala, onde deverá aguar-
dar, em prisão especial, pela manifestação do juiz sobre
seu caso. Y, por sua vez, é levado a um hospital particular
pago pela empresa que o empregava, onde é submetido a
uma cirurgia, a qual, no entanto, não é suficiente para lhe
salvar a vida. A família de Y é comunicada, na oportuni-
dade, que será beneficiada pelo recebimento do seguro
de vida em grupo, feito pela empresa.
De acordo com a Lei no 7.102/1983, qual dos fatos abaixo
NÃO é indicativo de que X e Y eram vigilantes?
(A) Y teve a despesa do hospital paga pela empresa que
o empregava.
(B) Y tinha seguro de vida em grupo pago pela empresa
que o empregava.
(C) X foi encaminhado à prisão especial por ato decorrente
do serviço.
(D) X e Y tinham porte de arma quando em serviço.
(E) X e Y usavam uniformes em serviço.
COMENTÁRIO- Art. 19 - É assegurado ao vigilante:
I - uniforme especial às expensas da empresa a que se vincular;
II - porte de arma, quando em serviço;
III - prisão especial por ato decorrente do serviço;
IV - seguro de vida em grupo, feito pela empresa empregadora.
GABARITO-A
70 Durante um assalto a uma instituição bancária, os vigilantes
que faziam a segurança do local trocam tiros e depois en-
tram em luta corporal com os criminosos. No confronto, três
assaltantes são mortos. Durante a investigação policial que
se segue, as autoridades concluem que os vigilantes agi-
ram corretamente na proteção do patrimônio da instituição
bancária, mas decidem informar o Ministério da Justiça so-
bre irregularidades nas armas que teriam sido usadas pelos
vigilantes no confronto, em razão dos dados presentes nos
exames cadavéricos realizados nos corpos dos assaltan-
tes. Em tais exames, os peritos constataram marcas de quei-
maduras similares a armas elétricas de choque (tasers),
marcas de golpes de cassetetes de madeira, perfurações
de balas causadas por revólveres calibre 38 e lacerações
vermelhas nos olhos, condizentes com uso de gás de
pimenta. Diante de tais informações, considerando a Lei
no 7.102/1983, conclui-se que os vigilantes
(A) usavam revólveres não permitidos para o seu
trabalho.
(B) usavam cassetetes não permitidos para o seu
trabalho.
(C) usavam revólveres, cassetetes e armas elétricas de
choque permitidos no seu trabalho.
(D) usavam armas elétricas de choque e recipientes de gás
de pimenta sem permissão no seu trabalho.
(E) deveriam utilizar cassetete de borracha, e não de
madeira, em seu trabalho.
COMENTÁRIO- O ART. 22 JÁ CITADO DEFINE QUAIS ARMAS ESTÃO AUTORIZADAS. VER ART. 70 DA PORTARIA DPF 387/06.
GABARITO-D
76
A empresa de segurança XW é fechada por determinação
do Ministério da Justiça, por terem sido verificadas diver-
sas irregularidades em seu funcionamento. De acordo com
a Lei no 7.102/1983, NÃO constitui exemplo de irregulari-
dade que possa ter sido encontrada na empresa o fato de
que
(A) as armas utilizadas pelos vigilantes eram de proprie-
dade particular de um dos sócios da empresa.
(B) a administração da empresa era exercida por estran-
geiros.
(C) a empresa não providenciara plano de saúde individual
para os vigilantes.
(D) o depósito da empresa armazenava espingardas
calibre 12 de fabricação estrangeira.
(E) os vigilantes não usavam uniforme.
COMENTÁRIO- ARMAS DA EMPRESA, ADMINISTRAÇÃO BRASILEIRO NATO OU NATURALIZADO, ESPINGARDA 12 DE FABRICAÇÃO NACIONAL E UNIFORME PARA O VIGILANTE SÃO DETERMINADOS PELA LEI, ENQUANTO NÃO HÁ EXIGÊNCIA PARA PLANO DE SAÚDE.
GABARITO-C
78 O Banco ZY decide abrir uma agência bancária na cidade
de Fortaleza. Para tanto, contrata especialistas para
elaboração do sistema de segurança do estabelecimento,
de acordo com as disposições legais. Dos itens abaixo,
considerando a Lei no 7.102/1983, NÃO deveria(m) neces-
sariamente estar presente(s) no relatório dos especialistas
como obrigatório
(A) cabina blindada com permanência ininterrupta de vigi-
lante durante o expediente para o público e enquanto
houver movimentação de numerário no interior do es-
tabelecimento.
(B) pessoas adequadamente preparadas, assim chama-
das vigilantes.
(C) locais especialmente reservados à proteção de clien-
tes em caso de ocorrência policial.
(D) equipamentos elétricos, eletrônicos e de filmagens que
possibilitem a identificação de assaltantes.
(E) formulários de registro de eventuais ocorrências policiais.
COMENTÁRIO- Art. 2º - O sistema de segurança referido no artigo anterior inclui pessoas adequadamente preparadas, assim chamadas vigilantes; alarme capaz de permitir, com segurança, comunicação entre o estabelecimento financeiro e outro da mesma instituição, empresa de vigilância ou órgão policial mais próximo; e, pelo menos, mais um dos seguintes dispositivos:
I - equipamentos elétricos, eletrônicos e de filmagens que possibilitem a identificação dos assaltantes;
II - artefatos que retardem a ação dos criminosos, permitindo sua perseguição, identificação ou captura; e
III - cabina blindada com permanência ininterrupta de vigilante durante o expediente para o público e enquanto houver movimentação de numerário no interior do estabelecimento.
GABARITO- CABE NESTA QUESTÃO A ANULAÇÃO, POIS O GABARITO PRELIMINAR ESTÁ ERRADO, A ALTERNATIVA “B” É CONTEMPLADA NO SISTEMA DE SEGURANÇA, ENQUANTO AS ALTERNATIVAS “C” E “E” NÃO SÃO CONTEMPLADAS PELO ART. 2º CITADO.
79 Os vigilantes U, V, W, X, Y e Z trabalham em uma agência
bancária. Durante determinado dia de serviço, a agência é
invadida por meliantes fortemente armados e se inicia
intensa troca de tiros, resultando na morte de quatro clien-
tes do banco. As investigações realizadas, posteriormen-
te, pela polícia concluem que: (1) U, V e W estavam arma-
dos com revólveres calibre 32 pertencentes à empresa
de segurança que os empregava; (2) X, Y e Z estavam de
partida para serviço de entrega de numerário em outra
agência bancária e portavam espingardas calibre 16
pertencentes à empresa de segurança que os empregava;
(3) dois vigilantes, U e V, tinham 25 anos e haviam sido
contratados três anos antes; (4) um dos vigilantes, W, se
encontrava em cabina blindada localizada nos fundos da
agência bancária, a qual, no entanto, ficava vazia nos
horários em que a agência estava fechada. Considerando
essas informações e a Lei no 7.102/1983, verifica-se que,
em termos de segurança, a agência
(A) apresentava uma falha, relativa ao fato de U, V e W
estarem portando armas que não lhes pertenciam.
(B) apresentava uma falha, relativa ao fato de X, Y e Z
estarem portando espingardas e não revólveres.
(C) apresentava uma falha, relativa ao fato de dois vigilan-
tes terem menos de 25 anos na época em que foram
contratados.
(D) apresentava uma falha, relativa ao fato de a cabina
blindada ficar vazia nos horários em que a agência
estava fechada.
(E) não apresentava falhas.
COMENTÁRIO- ART.16 E ART. 22 DA LEI 7.102/83 JÁ CITADOS
GABARITO-E